Voto Auditável contra Um Judiciário Não Confiável

A discussão sobre a necessidade do voto auditável, defendida pelo presidente Bolsonaro ultrapassa a discussão de se as urnas são ou não confiáveis. O STF não é mais confiável. O TSE não é mais confiável. As instituições brasileiras não são mais confiáveis.

Os principais responsáveis pela destruição das instituições brasileiras são seus próprios membros e não jornalistas, deputados ou militantes que esbravejam em redes sociais.

A destruição mais proeminente, hoje, é a do sistema judiciário em suas esferas superiores, nominalmente o STF e o TSE.

Diversos dos atuais 11 membros do Supremo Tribunal Federal promoveram desencarceramento generalizado, garantiram as liberdades de comandantes do narcotráfico, corruptos seriais, desacreditaram todo o Ministério Público, juízes, invadiram as competências do executivo e do legislativo, encamparam inquéritos, cujas ilegalidades arrepiam qualquer jurista do planeta.

César Cremonesi

Não felizes, os Ministros invadiram a Constituição Federal, espancaram, estupraram e mataram sistematicamente diversos artigos, que formam a base da sociedade brasileira, criando jurisprudência impensáveis para o futuro.

A instabilidade jurídica, agora, é também uma instabilidade constitucional. Não há qualquer artigo na Constituição Federal em que você possa se apoiar para realizar qualquer atividade neste país, pois ele poderá ser revogado no cair de uma noite, a pedido de um militante esquizofrênico do PSOL.

Neste vídeo, com alta repercussão, falo do processo de impeachment que deverá sair da CPI. Não avançando, a última fronteira da esquerda estará nas urnas. No voto. Na fraude.

Voto e Eleição Sob Suspeita

A descarada atuação política com viés ideológico de esquerda, apoiado numa retórica progressista vagabunda no conteúdo e pedante na forma, trazem sim uma enorme suspeição sobre processo eleitoral brasileiro.

Não é possível a coexistência de uma narrativa democrata com um processo eleitoral suspeito.

O próprio fundamento da democracia está na representatividade do povo nas esferas legislativas e executivas. Esta representatividade é balanceada através do VOTO. Diversas correntes de pensamento, conflitantes ou concorrentes, disputam corações e mentes de uma nação e consolidam-se em uma composição de poder nas casas legislativas.

Este exercício é impossível se o próprio resultado do processo eleitoral pode ser alterado em benefício deste ou daquele interesse, viés político ou poder econômico.

O Ministro Luis Roberto Barroso brada aos ventos a confiabilidade do processo eleitoral e das urnas eletrônicas do Brasil. O volume dos seus gritos não fazer outra coisa a não ser jogar mais suspeitas ainda sobre as urnas.

Oras, um Ministro de STF, que não goza mais de qualquer credibilidade entre os cidadãos de bem, nunca será um avalista de coisa qualquer, quanto menos de um processo que, atualmente, ele mesmo preside.

O TSE

No Brasil o Tribunal Superior Eleitoral é, ao mesmo tempo o responsável pelo processo eleitoral e o juíz deste processo. Algo impensável em uma democracia como a americana, em que o processo eleitoral é de responsabilidade de um órgão público administrativo e não judicial.

O judiciário brasileiro está se deliciando com o sabor de ser a vítima, a polícia, o investigador e o juiz de suas próprias causas. Não surpreendente serem defensores ferozes de um sistema criado por eles mesmos e que, em última instância, será julgado por eles mesmos.

Quem não consegue enxergar as absurdidades desta composição não está habilitado a viver em uma sociedade democrática.

Porphirio.com - Artigos da Direita Brasileira
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Sobre o Autor

César Cremonesi é engenheiro, empreendedor, consultor de negócios e aluno de Olavo de Carvalho. Fundador da Porphirio, cujo propósito é o de levar conscientização política para a sociedade, com pensamento de direita, que trata os conceitos a partir de sua relação com a estrutura da realidade. Conservador, apoiador de Bolsonaro e dos Valores Permanentes do brasileiro.