O que o povo deve pedir a Bolsonaro em 7/9?

Normalização é o que o povo deve pedir a Bolsonaro em 7/9. A normalização é o que se busca quando uma crise insolúvel é instalada.

Corte da Live de 23/08 abordando o assunto:

Há três décadas o Brasil está submetido a um processo de subversão, implantado pela esquerda ideológica, em suas vestes mais radicais (PT, PSOL, PDT) e sofisticadas (PSDB e afins).

O alinhamento ideológico de ambas as correntes remonta ao pensamento marxista na origem e modificado ao longo do tempo até sua versão mais recente em uso: o Gramscismo.

Antonio Gramsci postula a tomada de uma nação através da formação de uma hegemonia cultural. Domina-se, primeiro, as mentes e depois as nações.

Este processo é instalado com a progressiva corrosão de diversos valores e instituições de um país: valores religiosos, vida social, sistema de educação, polícia e forças armadas e, também, as relações do trabalho.

Durante a pandemia do covid-19, todo este processo foi “turbinado”, como eu descrevo neste artigo.

A Crise

O objetivo final de uma subversão ideológica é levar a nação a um estado de crise absoluta. A sociedade se depara com um caos social impulsionado pelo caos econômico (inflação, desemprego, falta de crescimento).

A grande resiliência da economia brasileira está dificultando a instalação do caos social e, portanto, os agentes nacionais da subversão estão promovendo caos institucional e constitucional.

A crise que o Brasil vive, no momento, está na ruptura do equilíbrio dos três poderes, com o poder judiciário instalando um totalitarismo judicial através de decisões que invadem os outros poderes, suprimem liberdades individuais e calam vozes dissonantes com prisões e inquéritos instalados ilegalmente.

As ilegalidades do judiciário não encontram freios nos outros dois poderes. O executivo não tem ascendência sobre o judiciário para estas medidas e o legislativo não reúne condições morais e éticas para exercer seu poder de frear os ímpetos totalitários de juízes.

Esta dinâmica está rompida nas esferas federal, estadual e municipal, com omissão do Ministério Público (que deveria zelar pelos direitos indisponíveis à sociedade) e dos legislativos locais (assembleias legislativas e seus deputados estaduais e câmaras municipais e seus vereadores).

Desta forma, o ambiente de crise é instalado para que a sociedade comece a clamar por um “basta” e pedir por uma normalização.

O grande problema para os subversores do Brasil está no fato de que a sociedade está pedindo pela solução ao Presidente Bolsonaro e não a seus opositores, como pretendido de início.

César Cremonesi

A Normalização

O processo de subversão prevê uma “normalização” da sociedade após a fase de crise. Esta normalização se dá com a instalação, portanto, de um novo governo, originariamente opositor do governo atual. Assim, conquista-se uma nação inteira e os novos donos do poder instalam um ambiente artificial de normalidade, que acalma a sociedade.

No Brasil, porém, os subversores falharam em trazer a personificação desta “solução”. O Brasil não está pedindo soluções para pessoas como lula, Ciro Gomes, Haddad ou Dória. Pelo contrário, é crescente um clamor por uma solução que venha do governo atual, personificado no Presidente Bolsonaro e associado com a força das armas.

Bolsonaro e as manifestações de 7/9

As manifestações do próximo dia 7 de setembro têm por objetivo demonstrar o descontentamento da população com o estado atual de ativismo judicial, apoio ao Presidente Bolsonaro e um pedido claro de normalização do estado de coisas no Brasil.

Esta normalização só poderá se dar através da ruptura institucional do pais, que pode ser exercida pela presidência com apoio das Forças Armadas, através de um gabinete de segurança institucional.

Um ato do governo que force a ruptura institucional para depois trazer um novo ordenamento constitucional e dos poderes é uma das saídas possíveis e certamente a mais radical.

Outras saídas através de artigos da Constituição Federal dependem de aprovações do congresso, cujo comprometimento com a coisa pública é duvidoso.

No dia 7/9 o povo deve pedir por uma solução final objetiva ao presidente Bolsonaro e não apenas exibir faixas e gritos de clamor subjetivos, como “liberdade” ou “censura não”.

César Cremonesi

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Sobre o Autor

César Cremonesi é engenheiro, empreendedor, consultor de negócios e aluno de Olavo de Carvalho. Fundador da Porphirio, cujo propósito é o de levar conscientização política para a sociedade, com pensamento de direita, que trata os conceitos a partir de sua relação com a estrutura da realidade. Conservador, apoiador de Bolsonaro e dos Valores Permanentes do brasileiro.