Comunismo: A ideologia Assassina

O Comunismo não acabou com a queda da URSS, como muitos pensam. Pelo contrário, ele se transforma, muda de nome, engana, subverte nações e já matou 100 milhões de pessoas. Até agora.

A sociedade brasileira está em franca reação contra a tentativa de implantação de uma ideologia comunista, que se traveste de “democrata” e acusa os outros de “genocida”. Comunistas te acusam do que eles fazem e te chamam do que eles são.

O que é o Comunismo

Karl Marx (1818 – 1883) Filósofo do Comunismo, autor de O Capital

A ideia de uma sociedade sem qualquer desigualdade social tem origem difusa. Aparece várias vezes como pensamento desde a Grécia Antiga e continua a ser discutida ao longo dos séculos.

Entretanto o que hoje entendemos como Comunismo remonta às ideias do filósofo alemão Karl Marx (1818 – 1883), lançadas através de sua obra O Capital, que foi complementado por Friedrich Engels (1820-1895).

A ideia de Marx é da transformação de uma sociedade capitalista em uma sociedade sem classes sociais, a partir de uma revolução do poder político e econômico de uma nação.

O agente revolucionário, segundo Marx, seria o trabalhador, aquele que “serve” aos interesses do capital. Desta forma, Marx propõe uma “revolução do proletariado”. De forma simples, seria o povo no poder.

O sistema econômico proposto por Marx eliminaria a empresa privada, de forma que todos os meios de produção ficariam sob domínio do estado. Empresas estatais, cujas riquezas seriam igualmente repartidas entre a sociedade.

Para se repartir uma riqueza é necessário, primeiramente criá-la. O período de transformação entre uma sociedade capitalista e uma totalmente comunista seria então a fase do Socialismo, uma espécie de fase “preparatória” para a instalação do sistema comunista.

Uma ideia de revolução de poder, isto é, a alteração abrupta do arranjo de uma sociedade, parte do princípio de que há um conflito a ser resolvido.

Se não houver um conflito e tudo estiver bem, não há razão para se alterar o estado das coisas, não é?

Marx então define que o conflito a ser resolvido está entre o Capitalista, que acumula riqueza e os trabalhadores que o servem, que ajudam na geração desta riqueza, mas que não recebem a parte que lhe seria cabida.

A revolução do proletariado seria, por fim, a forma de retirar os meios de geração de riqueza das mãos privadas e passa-los ao Estado, para que este distribua a riqueza entre todas as pessoas da sociedade. Romântico sim. Mas funciona?

O comunismo foi marcado por três grandes fases, cada uma delas teorizando um conflito hipotético e desconectado da realidade das nações e então impondo-se como solução para um problema inexistente.

O Trabalhador contra o Capitalista

Marx, um burguês que nunca teve contato com o proletariado (classe dos trabalhadores) teorizou que estes trabalhadores eram oprimidos pelos seus patrões capitalistas. Desta forma, o caminho natural do desenvolvimento do Capitalismo seria sua destruição pela classe dos trabalhadores que, então, tomariam o poder econômico e político de suas nações.

Entretanto, este conflito teórico proposto por Marx não existia na prática na maioria das nações, pois embora as pessoas tivessem seus tempos “explorados” pelos donos das empresas, elas também se beneficiavam desta relação, ganhando seus sustentos como frutos de seus trabalhos.

A mais marcante revolução comunista aconteceu em 1917 na Rússia, um país ainda pobre, agrário e de baixíssimo nível de industrialização.

O Partido Bolchevique, declaradamente comunista, empreendeu a expropriação de campos, fábricas e demais locais de trabalho privados e instalou seu sonho de uma sociedade igualitária.

Apesar das ideias de Marx, de que o Comunismo seria uma fase final de um capitalismo muito bem desenvolvido (ou seja, geração de muita riqueza, antes de instalar o comunismo), a Rússia pulou a etapa do enriquecimento e instalou-se comunista, possuindo apenas a própria pobreza para ser distribuída igualitariamente entre todas as pessoas.

Sem entrar a fundo em como este processo todo se desenvolveu, o fato concreto é que a chamada “revolução do proletariado” não funcionou. Tudo o que se conseguiu foi pobreza generalizada apesar da construção da União Soviética como uma “super potência”.

Nos países capitalistas já desenvolvidos, o dito conflito entre classes e entre os trabalhadores e os empregadores havia sido atenuado, com a ascensão da classe média, ganhando mais conforme a riqueza de suas nações aumentava.

Os países comunistas viam suas riquezas evaporando pela ineficiência estatal e consequente empobrecimento das nações.

Daí vem a frase conhecida de que “o capitalismo sabe criar riqueza muito bem, mas não sabe dividi-la igualmente, enquanto o comunismo sabe dividi-la, mas não sabe cria-la”.

Nações Oprimidas contra Nações Opressoras (Imperialistas)

Como a ideia do trabalhador x capitalista falindo miseravelmente, o pensamento comunista começa a se transformar. A busca pelo próximo “conflito” a ser explorado foi resolvida com a transformação desta luta.

Ao invés de uma luta do proletariado contra o capitalista, o comunismo transformou-se na ideia da luta entre “nações oprimidas” contra “nações opressoras”, ou seja, as grandes nações tidas como imperialistas.

Passa-se então à difusão da ideia de que as nações pobres permanecem pobres pois são exploradas pelas nações ricas. O comunismo então deveria ser instalado nas nações para que esta desigualdade fosse resolvida.

Apesar de muitas nações terem sucumbido à esta ideia, como Cuba, por exemplo, foi o próprio sistema capitalista que terminou por reduzir a desigualdade existente com o advento da globalização.

Com o início dos comércios globais, facilitados pelas tecnologias de comunicação e transporte intercontinentais, estimulou grandes nações capitalistas a fazerem bons negócios com nações mais pobres, porém boas fornecedoras de bens primários, como produtos agrícolas e minérios.

O próprio enriquecimento das grandes nações provocou um aumento do custo da mão-de-obra. Com a oferta de mão-de-obra mais barata por nações mais pobres, passa-se ao processo de internacionalização dos negócios e o crescimento das empresas multinacionais (ou transnacionais). Empresas de origem americana, inglesa, francesa ou alemã com fábricas instaladas em países subdesenvolvidos.

Este processo não resolveu a desigualdade entre as nações, mas diminuiu a tensão entre esta percepção de ricos contra pobres. Afinal, o próprio sistema capitalista a ser combatido era o que estava ajudando as nações pobres a melhorarem suas condições econômicas.

Ver o Mal em tudo – Escola de Frankfurt

Theodor Adorno (1903 – 1969), teórico da Escola de Frankfurt

A chamada Escola de Frankfurt, um agrupamento de filósofos alemães foi então em busca de um novo conflito interno do Capitalismo para, novamente, se transformar e continuar seu ritual de perturbação da ordem onde ela existe.

Não conseguindo mais identificar conflitos de interesses claros dentro do Capitalismo, esta escola filosófica, encabeçada por Theodor Adorno, criou, então, a chamada “dialética negativa”, ou seja, ver o mal em tudo quanto existe dentro de sociedades Capitalistas.

Através da dialética negativa, tenta-se convencer as pessoas que tudo em suas relações humanas são na verdade oriundos de formas erradas de pensar. Agrupam-se pessoas em classes chamadas de “minorias” e fazem o trabalho de convencerem-nas de que são oprimidas pelas suas classes antagônicas, ou opressoras.

O homossexual é convencido de que não vive bem pois é oprimido pelo heterossexual. A mulher é convencida de que poderia viver melhor, não fosse a opressão de uma sociedade machista.

A grande mídia passa a ser a difusora destas ideias através do rádio, televisão e cinema, com obras de ficção que buscam enfatizar estes problemas como se fossem presentes em todas as nações capitalistas do mundo.

A estrutura familiar tradicional “oprime” seus filhos restringindo-lhes a liberdade, de forma que a destruição da família é necessária para se criar pessoas mais livres e, por consequência, mais evoluídas.

Todas estas ideias são exatamente o que hoje atinge seu auge com o chamado “politicamente correto” ou a falta de liberdade de pensar, agir e falar.

O Poder e o Comunismo

Observe agora como aquele conhecimento anterior sobre o Poder converge com o estado de coisas que vivemos hoje no Brasil.

O Poder Cultural, exercido pela grande mídia, impõe o discurso único, a opinião única. Tudo o que não for de acordo com o que eles dizem é, então, “negacionista da realidade”.

A Ciência é adotada como a “mãe de todas as verdades”, o que é uma mentira absurda. A ciência só evolui a partir dos próprios cientistas se questionando sobre os entendimentos estabelecidos e demonstrando que estavam errados ou apenas parcialmente corretos.

O debate de ideias está sendo cada vez mais proibido, até com prisões de jornalistas e de um deputado federal por omitirem opiniões contrárias, nestes casos, às atuações do Supremo Tribunal Federal.

A democracia, essencialmente um palco de troca de ideias conflitantes para se chegar a um consenso foi transformada em uma ditadura da verdade da mídia. Desta forma, qualquer questionamento que você faça sobre as coisas que acontecem te transformam em um “antidemocrático”.

Comunismo e Assassinatos em Massa

Qualquer implantação do sistema comunista implicou, necessariamente, na morte de pessoas. Hoje estima-se um total próximo 100 milhões de pessoas mortas pelo comunismo.

Como a forma de sua implantação dá-se com uma Revolução, isto é, alterando-se abruptamente o estado de coisas de uma sociedade, o comunismo enfrente fortíssima oposição. A forma mais rápida de anular esta oposição é matando os opositores.

Neste sentido, ditadores comunistas, como Stálin, acreditam – sim eles realmente acreditam nisso – que “alguns assassinatos” se justificam pelo “bem maior” que o comunismo trará para uma nação.

A publicação ‘O Livro Negro do Comunismo’ fornece números estimados de vítimas fatais:

• China: 60 milhões de mortos
• URSS: 20 milhões de mortos
• Coreia do Norte: 2 milhões de mortos
• Camboja: 2 milhões de mortos
• África: 1,7 milhão de mortos
• Afeganistão: 1,5 milhão de mortos
• Vietnã: 1 milhão de mortos
• Leste Europeu: 1 milhão de mortos
• América Latina: 150 mil mortos

Os Assassinatos do Comunismo no Brasil

Talvez você acredite que os partidos de ideologia comunista no Brasil não sejam assassinos. Oras, eles pregam termos bonitos como “igualdades”, “ações afirmativas das minorias” e outros, cujo referente na estrutura da realidade é completamente diferente.

Desarmamento

Ao defenderem o desarmamento do povo, em desobediência ao plebiscito de 2003, o governo Lula tirou a possibilidade de defesa do indivíduo e o entregou à segurança pública.

Comunismo: a ideologia assassina

Veja como após a entrada do governo petista, a violência apenas subiu. Entre 2003 e 2015, aproximadamente 650 mil pessoas foram assassinadas no Brasil

Sistema de Saúde Precário

As políticas públicas de saúde do PTO fez com que o SUS fosse expandido suficientemente para absorver a demanda da população. Desta forma, filas de atendimento, falta de leitos, equipamentos e desassistência causaram um número incalculável de mortes no Brasil.

Tráfico de Drogas

O tráfico de drogas é um constante aliado da ideologia comunista, pois é um agente extremamente desestabilizador das sociedades. O Brasil, durante a era PT, aliou-se e até enviou dinheiro para narcoditaduras como as de Nicolás Maduro, na Venezuela e Fidel Castro, em Cuba.

Outros aliados do PT, PSOL e PDT são as FARC (Forças Revolucionárias da Colômbia), o PCC e o Comando Vermelho. Entre estas “instituições democráticas” circulam muito dinheiro, muitas drogas e muitos armamentos pesados.

O número de mortes causados pelas narcoditaduras e pelo crime organizado também é incalculável.

César Cremonesi

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Sobre o Autor

César Cremonesi é engenheiro, empreendedor, consultor de negócios e aluno de Olavo de Carvalho. Fundador da Porphirio, cujo propósito é o de levar conscientização política para a sociedade, com pensamento de direita, que trata os conceitos a partir de sua relação com a estrutura da realidade. Conservador, apoiador de Bolsonaro e dos Valores Permanentes do brasileiro.