5 Maneiras de Fazer Política No Seu Dia-A-Dia e apoiar o Pres. Bolsonaro

Política não se faz só em Brasília. Podemos e devemos atuar politicamente no nosso dia-a-dia, apoiar o Presidente Bolsonaro, reforçar os apoiadores atuais e trazer novos. Aqui descrevo 5 maneiras que você pode fazer política no dia-a-dia.

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O Poder Multiplicador da Política do dia-a-dia

Na última quarta-feira, fui ao cabeleireiro (na verdade, chamamos de “barbeiro”, aqui em Campinas) aqui na Vila Costa e Silva, um bairro de classe média baixa de Campinas e presenciei uma ação política fantástica.

Já vínhamos conversando algumas vezes sobre o estado das coisas no país. Ele, pastor de igreja, tem grande influência entre seus seguidores e é defensor ferrenho dos valores conservadores.

Neste dia, estávamos conversando e ele colocou o celular na minha frente com o programa Pingos nos Is do dia anterior. Ele não havia assistido, mas eu sim.

Ele me disse, então, que com todos os seus clientes ele faz isso. Coloca um programa do Pingos nos Is e não fala nada. Frequentemente os próprios clientes começam a prestar atenção, se identificam com as coisas faladas no programa e depois tornam-se audiências frequentes em suas casas.

Imagine o poder multiplicador de uma ação tão simples. Se atender 10 pessoas e elas levarem isso para suas casas e amigos, poderão influenciar outras 10 cada um. Já são 100 pessoas.

E se tivermos 1.000 cabeleireiros no país fazendo isso, são 100.000 pessoas.

Com mais outras 100 atividades similares (manicure, sala de espera, balcão de mercadinho, padaria)…

Serão 10 milhões de pessoas!

O que é “fazer política”?

Fazer política não é convencer uma pessoa a votar em um determinado candidato.

É influenciar pessoas, levando a elas as suas ideias através do seu comportamento. O voto será resultado natural final.

Você não precisa se tornar um “chato” que fica incomodando todo mundo que encontra e começa a pedir voto para fulano ou beltrano.

Neste mesmo salão de cabeleireiros, em 2018, eu puxei o assunto de política com o cabeleireiro que me atendia àquela época. E mencionei o Bolsonaro.

Ele imediatamente me respondeu que achava “aquele candidato” muito grosso, mal educado.

Concordei e continuei. Falei um pouco sobre as coisas que o candidato Bolsonaro defendia e aos poucos ele começou a entender do que se tratava.

No mês seguinte, quando retornei lá, ele já era militante político pró-Bolsonaro e certamente contribuiu, apenas na medida em que ele podia, a eleger o presidente. Como diversas outras pessoas devem ter feito em todo o país.

Fiz isso com muitas pessoas dentro do meu círculo social. Amigos, clientes, balconistas de supermercado. Umas 50 pessoas, talvez.

Claro que não convenci todas as pessoas. Aquelas que se mostravam insensíveis ao assunto ou contra minhas ideias eu simplesmente respeitava e dava o assunto por encerrado.

Mas isso se deu em período de campanha, de forma que as pessoas estavam mais ou menos atentas a isso.

Como fazemos em períodos como o atual, sem campanha e com uma grande crise de saúde ocupando todo o espaço?

O Conceito de Audiência

Audiência não é só coisa de grande mídia. Você tem uma audiência. A palavra audiência (do latin audietia, audientiae) significa “ação de prestar atenção ou de ouvir atentamente a pessoa que fala”.

Ou seja, qualquer pessoa que preste atenção no que você fala é sua audiência.

O grande fenômeno de 2018, que culminou com a eleição do Presidente Bolsonaro, aconteceu nas redes sociais em que as pessoas influenciavam pessoas através de postagens ou compartilhamento de conteúdos pelo WhatsApp, que deu origem às já famosas “tias do zap”. Minha mãe é uma delas.

As pessoas estavam então, fazendo política eleitoral para suas audiências, algumas centenas de pessoas cada um, que resultou numa votação de mais de 57 milhões de voto. Efeito multiplicador.

A maioria das pessoas é influenciável

Dentro de sua audiência, tenha certeza de que a maioria das pessoas pode ser influenciada por conteúdos a que é exposta.

Com o bombardeio de informações da grande mídia, há grande chance de que elas acabem “engolindo” a narrativa e formando uma opinião absolutamente errada da realidade.

Por exemplo, neste artigo, abaixo, eu exponho que o colapso do sistema de saúde na segunda onda está acontecendo por causa da redução do número de leitos disponíveis (particularmente no Estado de São Paulo) e não porque a segunda onda é maior do que a primeira (e não é, até o momento).

Já a narrativa da grande mídia é de que o número de casos explodiu, o que não é verdade se olharmos os dados oficiais do Ministério da Saúde.

Quem você vai influenciar?

Você não é capaz de convencer todas as pessoas de tudo o que você quer. A meta é convencer algumas pessoas, entre elas:

  • Pessoas que concordam com você e precisam de reafirmações de pessoas como você;
  • Aquelas que te admiram a ponto de levar em consideração as suas ideias e pensamentos;
  • As que estão indecisas que precisam de afirmação e veem você como uma pessoa em quem confiam.

Quem você não vai influenciar?

  • Pessoas que já estão convencidas de outras coisas, por exemplo, que são abertamente defensoras do aborto, ideologia de gênero em escolas e assim por diante;
  • Aqueles que não gostam de você. Nenhum de nós é unanimidade. Todos nós somos um idiota para alguém. Normal.

Fazendo Política Todos os Dias

Agora, sem uma campanha oficial em curso, não há como se fazer “política eleitoral” e sim apenas política (do grego politikos), ou seja, “algo relacionado com grupos sociais que integram a Pólis (o modelo das antigas cidades gregas).

Desta forma, a simples atitude de compartilhar uma notícia ou conteúdo em sua rede social, se transforma em uma ação política, na medida em que você leva uma informação ou entendimento à sua audiência (as pessoas que te seguem nas redes).

5 Formas de Fazer Política no dia-a-dia

Agora vamos lá, como podemos fazer está política no dia a dia. Seguem aqui 5 ideias. Você provavelmente não poderá executar todas. E tem a liberdade de criar as suas, obviamente.

1 Compartilhar notícias

Compartilhe notícias de veículos de informação que são sérios, produzidos por pessoas sérias e com compromisso real com a coisa pública.

Destaco alguns abaixo, que você pode (e deve) ler e seguir. Você pode não gostar de alguns deles ou de algumas pessoas deles, mas o que interessa aqui é o conteúdo, não a empatia ou antipatia que possamos ter por determinadas pessoas. Lembre-se que FHC e Lula, no fim das contas, são grandes amigos, quando a coisa “aperta” pra esquerda.

O simples compartilhamento de conteúdos, como notícias, já expõe pessoas à manchetes completamente diferentes das manchetes da grande mídia, que tendem a ser extremamente enganosas e com viés político contrário à nossa posição.

2 Assista a Programas de Direita ao vivo e Compartilhe o Vídeo nas redes

Todos abaixo, você pode assistir ao vivo, se puder ou assistir gravado posteriormente.

Meus favoritos (link para os canais)

3 Compartilhe Vídeos de Canais de Direita (ou trechos deles)

Os meus são:

Até Luís Ernesto Lacombe, ex-globo e Band está conosco agora no Youtube.

Canal Oficial de Luís Ernesto Lacombe

Servem para os canais mencionados acima e eu adiciono estes abaixo:

Se você tiver conhecimentos para isso, corte parte dos vídeos e poste-os nas suas redes. Mas não é necessário.

4 Faça postagens curtas mostrando sua posição claramente

Postagens curtas em redes sociais, stories ou status de WhatsApp também são grandes influenciadores. Veja uma postagem da Porphirio no Twitter:

https://twitter.com/Porphirio5/status/1372687125951488002

Uma postagem como esta coloca o pensamento na cabeça das pessoas. Talvez elas te perguntem do que se trata, talvez procurem em outro lugar ou talvez este não funcione. Mas outro sim.

Veja o exemplo do Prof. Olavo de Carvalho:

Evite perguntas insinuantes, caso a resposta não seja óbvia. Pode gerar confusão ao invés de gerar reflexão.

5 Aproveite-se de Situações Cotidianas e “Puxe a Conversa”

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Esta é uma das ações mais eficazes, embora tenha um alcance limitado. De qualquer forma, aproveite-se de situações do cotidiano para puxar uma conversa.

Ao invés de puxar assunto na padaria, falando sobre o calor ou a chuva, diga algo sobre o aumento dos impostos, sobre a situação dos ônibus coletivos, sobre qualquer assunto que certamente está irritando a outra pessoa também.

Situações cotidianas que todo mundo vive:

  • Cabeleireiro / Manicure
  • Caixa de supermercado
  • Balconista de Loja
  • Aquele açougueiro tagarela
  • Frentista e outras pessoas no posto de gasolina ou loja de conveniência
  • Farmácia
  • Motorista do Uber

Faça um teste. Apenas puxe o assunto e veja a mágica acontecer. A maioria das pessoas já concorda com você e falará livremente. Troque umas ideias e depois indique alguns canais para a pessoa assistir.

As que não reagirem bem à sua conversa, apenas silencie-se e não force a barra.

Como Reagir a Comentários ou Respostas ofensivas ou indesejadas?

Você não precisa entrar em discussões com pessoas que enviem comentários ofensivos ou contrários ao que você publica ou compartilha

Como mencionei acima, você só será capaz de convencer quem pode ser convencido. Simplesmente ignore o comentário ou delete-o se for excessivamente grosseiro.

Ignorar é mais efetivo do que enfrentar. E te economiza no estresse.

Contribuindo na política apenas no limite de nossa capacidade

Tenha sempre em mente o poder multiplicador.

No momento em que escrevo este artigo, meu site tem pouco mais de 20 acessos diários. Não importa. São 20 pessoas.

Hoje, este é o limite de minha capacidade. Se outras 100 pessoas estiverem fazendo algo igual, já serão 2.000 pessoas lendo. Se elas compartilharem para 10 pessoas cada, já serão 20 mil pessoas. Efeito multiplicador. Sempre!

Precisamos nos mexer. Assista a este vídeo do Prof. Olavo de Carvalho e veja como podemos mudar as coisas!

Mãos a obra!

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1 thought on “5 Maneiras de Fazer Política No Seu Dia-A-Dia e apoiar o Pres. Bolsonaro

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Sobre o Autor

César Cremonesi é engenheiro, empreendedor, consultor de negócios e aluno de Olavo de Carvalho. Fundador da Porphirio, cujo propósito é o de levar conscientização política para a sociedade, com pensamento de direita, que trata os conceitos a partir de sua relação com a estrutura da realidade. Conservador, apoiador de Bolsonaro e dos Valores Permanentes do brasileiro.